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Biossegurança de Plantas Geneticamente Modificadas

Biossegurança refere-se ao conjunto de ações voltadas para a prevenção, minimização ou eliminação de riscos inerentes às atividades de pesquisa, produção, ensino, desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços, visando à saúde do homem, dos animais, à preservação do meio ambiente e à qualidade dos resultados (TEIXEIRA; VALLE, 1996). Sempre que procedimentos específicos para evitar ou minimizar os riscos de atividades potencialmente perigosas que envolvem organismos vivos forem adotados, a biossegurança estará sendo praticada. Segundo Almeida e Albuquerque (2002), a biossegurança designa não propriamente uma disciplina, mas um campo de conhecimentos e um conjunto de práticas e ações técnicas, com preocupações sociais e ambientais, destinados a conhecer e controlar os riscos que o trabalho científico pode oferecer ao ambiente e à vida. O termo biossegurança também tem sido aplicado no Brasil como sinônimo de aspectos relacionados à manipulação em regime de contenção e liberação de organismos geneticamente modificados (OGMs).

Segundo a Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) (1993), a segurança em biotecnologia é alcançada através da aplicação adequada de análise de risco/segurança e da gestão do risco. A avaliação de risco de plantas geneticamente modificadas deve ser baseada em dados científicos sólidos e deve ser aplicada caso a caso.

Leia a publicação completa clicando aqui.

Autoras:

Maria José Vilaça de Vasconcelos
Farmacêutica, PhD e Pesquisadora Embrapa Milho e Sorgo, Cx. Postal 151
mariajose.vasconcelos@embrapa.br

Andrea Almeida Carneiro
Bióloga, PhD e Pesquisadora da Embrapa Milho e Sorgo, Cx. Postal 151
andrea.carneiro@embrapa.br

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