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O Milho em Sergipe

Cleso Antônio Patto Pacheco, pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG), e Hélio Wilson Lemos de Carvalho, pesquisador da Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju-SE)


 

Por causa das diferenças em relação à grande parte dos ambientes onde o milho é cultivado no Brasil, é interessante relatar o que vem acontecendo nas últimas três safras nos ecossistemas do Agreste e da região de transição entre o Agreste e o Sertão nordestinos. Este ecossistemas se sucedem no Semiárido no mesmo sentido em que se avança do litoral para o interior do continente, com a intensificação dos problemas de falta e/ou má distribuição de chuvas. Nesses ecossistemas o milho é cultivado a partir dos meses de abril/maio, caracterizando uma “terceira safra”, que envolve áreas localizadas no nordeste da Bahia, em Sergipe, em Alagoas, em Pernambuco, no Rio Grande do Norte e na Paraíba. Incluindo os Sertões cearenses e o Cariri do Ceará, representam um potencial de cerca de um milhão de hectares.

O Agreste e o Sertão nordestinos estão localizados dentro da nova região Semiárida (1), criada em 2005 com os objetivos de aperfeiçoar e atualizar a delimitação do espaço subregional, para adequar a operacionalização do Fundo Constitucional de Desenvolvimento do Nordeste – FNE à nova área de atuação da Sudene (Adene), bem como para servir de base às políticas do Ministério da Integração Nacional destinadas à região Semiárida. Um dos critérios para o estabelecimento dessa região é a linha que liga os pontos da superfície da terra com precipitações médias anuais de 800 mm no período 1961 – 1990, a Isoieta de 800 mm.

Durante muito tempo os agricultores que vivem dentro desse polígono das secas praticaram uma agricultura de subsistência com baixo nível de investimento, para evitar frustrações e prejuízos econômicos.

Mas há muito pouco tempo a coisa mudou. Analisando-se as séries históricas de produção de milho no Brasil publicadas pela Conab(2), pode-se verificar o impressionante avanço em produtividade (em kg/ha) alcançado pelo Estado de Sergipe nas últimas quatro safras, o que o coloca em primeiro lugar dentro da região Nordeste, com uma média de 4.192 kg/ha na safra 2010/11.

Os dados do período de 22 anos compreendido entre as safras de 1976/77 e de 1997/1998 apresentam uma produtividade média de 719 kg/ha. Nesse período, três safras tiveram produtividades baixíssimas em função das secas, 1982/1983, 1986/1987, e 1991/1992, com produtividades de 89, 291 e 150 kg/ha, respectivamente. No período de nove anos seguinte, entre as safras de 1998/1999 e de 2006/2007, a produtividade média cresceu 61,1% em relação à média do período anterior, passando para 1.158 kg/ha, e foi influenciada negativamente por apenas um ano de seca forte, 2001/2002, com produtividade de 478 kg/ha.

Uma maneira, mesmo que grosseira, de estimar o efeito agudo da seca nas médias desses dois períodos consiste em recalcular as médias de produtividade após a eliminação dos dados dos piores anos. Feitos os cálculos, as médias seriam de 804 e 1.243 kg/ha, respectivamente, permitindo concluir que os efeitos agudos da seca reduziram a produtividade de milho em Sergipe, em cada um desses dois períodos analisados, em, exata e coincidentemente, 85 kg/ha.

Continuando a análise dos dados, observa-se que no terceiro período, composto pelas safras: 2007/2008, 2008/2009, 2009/2010 e 2010/2011, as produtividades foram de 2.774, 3.560, 4.088 e 4.192 kg/ha, correspondendo a um crescimento de 103,1; 28,3; 14,8 e 2,5% em relação à respectiva safra anterior. Isso faz com que a média de 3.653,5 kg/ha, para esse terceiro período composto por apenas 4 anos, sem ocorrência de seca aguda, tenha sido 215,5% maior em relação à média do período de nove anos anterior.

Com o incremento de 25,2% na área cultivada na safra 2010/2011, quando foram semeados 221,4 mil hectares, Sergipe teria superado a barreira de seu primeiro milhão de toneladas, se não fosse a ocorrência de veranicos na época do plantio e na época do enchimento de grãos, suficientes para afetar a produção mas não para caracterizar uma seca aguda.

Interessante mencionar que essa verdadeira revolução verde aconteceu num período muito curto, numa região considerada de grande risco e operada pela população nativa desse estado, que tinha mais tradição na pecuária do que na agricultura.

A principal explicação para esse fenômeno está no incremento na tecnologia empregada na região, consistindo basicamente dos seguintes fatores de produção:

1- Substituição das variedades e híbridos duplos por híbridos simples e triplos. A presença das principais empresas de sementes é garantia de que o produtor nordestino tem acesso às sementes de cultivares mais adaptadas às suas condições de cultivo. A informação sobre o comportamento das cultivares tem sido disponibilizada pela publicação dos resultados dos ensaios regionais de avaliação de cultivares e por dias de campo com Unidades Demonstrativas, coordenadas pela Embrapa Tabuleiros Costeiros junto com as empresas de sementes em áreas de agricultores com grande liderança regional e, atualmente, pelos strip tests realizados pelas próprias empresas de sementes;

2- Plantio na época certa, indicada pelo Zoneamento Agrícola;

3- Utilização de modernas semeadoras. Importante destacar que, de maneira geral, a janela de plantio estabelecida pelo Zoneamento Agrícola é muito curta para a região Nordeste. Desse modo, a adequação entre a qualidade e a quantidade de semeadoras é um dos fatores mais importantes para que o agricultor consiga realizar a semeadura no momento adequado para que a cultura possa explorar o curto período chuvoso em sua plenitude. Dados publicados no sistema de produção de milho no site da Embrapa Milho e Sorgo(3) mostram que em condições de demanda evaporativa alta a muito alta, com evapotranspiração acima de 7,5 mm/dia, e com ventos moderados a fortes, que são condições comuns no Agreste e na transição Agreste/Sertão, o milho consome de 590 a 640 mm de água. Em anos com boa distribuição de chuva têm sido observadas produtividades excelentes no município de Carira, que tem solos arenosos, com precipitação de 600 a 800 mm durante a safra;

4- Utilização de densidades populacionais adequadas ao sistema de produção;

5- Adubação de base feita de acordo com a análise do solo e adubação nitrogenada em cobertura condizente com a produção esperada. Dados apresentados no sistema de produção de milho no site da Embrapa Milho e Sorgo(4) mostram que a exportação de nutrientes aumenta linearmente com o aumento da produtividade, ficando ao redor de 220 kg de N, 96 kg de P2O5 e 190 kg de K2O na produção de 10 toneladas por hectare. Estudos de caracterização dos solos da região Nordeste mostraram que, de maneira geral, apenas 2% dos solos do semiárido têm necessidade de altas dosagens de calcário e menos da metade desses solos (43%) têm alta necessidade de potássio, de modo que o nutriente mais limitante ao cultivo do milho nessas áreas é o fósforo, que exige adubações pesadas em 89% das amostras de solo analisadas;

6- Controle de ervas daninhas.

O crescimento contínuo no conhecimento e no emprego de técnicas de cultivo, sustentado pelos bons preços recebidos pelo milho nessa região, tem levado a produtividades crescentes, num círculo virtuoso só comparável às tradicionais regiões produtoras de milho, prova inequívoca de que o lucro é o principal agente de adoção de tecnologia. Visitando agricultores e comparando lavouras vizinhas de cerca em que são usados alto e baixo investimento(5), pode-se observar que o nível de investimento adotado pelos produtores de milho, sobretudo a cultivar utilizada e a quantidade de fósforo aplicada, é mais importante para explicar as baixas produtividades antigamente encontradas na série histórica da Conab do que a seca.

O cruzamento dos dados de área plantada com milho com os dados de venda de sementes melhoradas da APPS para a região Nordeste na safra 2009/2010 pode ser feito ao se analisar a tabela abaixo, de onde se pode tirar algumas informações importantes. Antes de mais nada, é preciso dizer que o que na tabela é chamada de safrinha pela Conab deveria ser chamada de 3ª safra, porque é colhida quando a 1ª safra começa a ser semeada e é bem diferente da já tradicional 2º safra, ou safrinha, que sucede a primeira safra onde as condições climáticas permitem. Assim, a área cultivada na 3ª safra no período 10/10 foi de cerca de um quarto da área potencial de um milhão de hectares, estimada para as condições do Agreste e transição Agreste/Sertão.

Depois, verifica-se que a área total cultivada com milho na região Nordeste é significativa, mas que as sementes melhoradas são utilizadas em apenas 22% das lavouras, ou seja, quase 80% das áreas são ocupadas com outro tipo de semente que pode ser inclusive melhorada, como as distribuídas pelas campanhas de distribuição de sementes de variedades promovidas por Prefeituras Municipais, Governos Estaduais e até pelo Governo Federal, por intermédio do Ministério do Desenvolvimento Agrário e as de milhos crioulos multiplicadas pelas comunidades rurais. A despeito disso, ainda existem agricultores que utilizam sementes próprias e as derivadas da segunda geração de híbridos.

 


Estimativas de área cultivada com milho (Conab, 2010) e de sementes melhoradas comercializadas (APPS) nos estados da região Nordeste do Brasil na safra 2009/2010

 

Estado

Área de milho plantada (ha) com semente melhorada (APPS 2010)

Área total (ha) plantada com milho (CONAB)

% da área ocupada com semente melhorada

Produtividade em kg/ha. (CONAB)

Safrinha 10/10

Safra 09/10

Total 09/10

Ano 09/10

Ano 09/10

Ano 09/10

 Pernambuco

6119

7484

13603

317100

4,29

          500

 Ceará

69103

63119

132222

546700

24,19

          523

 Bahia

24173

194047

218219

775400

28,14

       2.535

 Rio Grande do Norte

12349

2415

14763

52300

28,23

          493

 Alagoas

7050

3459

10508

59000

17,81

          717

 Sergipe

102040

6198

108238

174600

61,99

       4.088

 Maranhão

26622

35341

61963

382400

16,20

       1.354

 Piauí

5709

37488

43197

309800

13,94

       1.158

 Paraíba

1184

0

1184

120400

0,98

          561

 TOTAL ou MÉDIA

254348

349549

603897

2737700

22,06

 

 

 

 

Analisando-se o percentual da área ocupada com semente melhorada, é possível confirmar que uma das razões para a alta produtividade no Estado de Sergipe na safra 2010 foi o investimento em sementes melhoradas, que é mais do que o dobro do investimento do estado que ocupa o segundo lugar nesse quesito na região Nordeste.

É importante destacar que, segundo os dados da APPS, 88,5% das sementes comercializadas em Sergipe na safra 2010 eram de híbridos triplos, simples e simples modificados, 10,8% eram de híbridos duplos e apenas 0,7%, de variedades. Isso mostra que para promover a inclusão social dos agricultores de subsistência, as campanhas de distribuição de sementes vão precisar substituir as variedades de polinização aberta pelas cultivares híbridas, de maior potencial produtivo.

Essa grande mudança na cultura do milho na região do Agreste e transição Agreste/Sertão deve ser creditada a um conjunto muito grande de ações e de atores, começando pelo agricultor que acreditou no potencial dessa cultura na região, passando pelas empresas de sementes que oferecem cultivares adaptadas e responsivas, pelas empresas de máquinas e implementos agrícolas e pelas empresas de fertilizantes e de insumos agrícolas em geral, que vieram ajudar no equilíbrio do sistema de produção, até os agentes de crédito que vêm financiando esses empreendimentos.

Mais do que produtos de boa qualidade, deve-se destacar os serviços de assistência técnica e transferência de tecnologia competentes e profissionais na venda desses insumos como fatores fundamentais para que os agricultores nordestinos conheçam cada vez melhor o sistema de produção de milho. Entretanto, os resultados obtidos pelos ensaios regionais de cultivares coordenados pela Embrapa Tabuleiros Costeiros, desde muito antes de essas mudanças começarem a acontecer, anteciparam tudo o que estava por vir, da mesma forma que continuam a demonstrar um potencial semelhante em todos os estados nordestinos onde esses ensaios são conduzidos.

Desafios - As condições edafoclimáticas do Agreste e da região de transição entre o Agreste e o Sertão foram essenciais para a obtenção de altas produtividades e para a expansão da cultura do milho nesses ecossistemas nordestinos. Mas a intensificação no uso de tecnologias, como o aumento da densidade populacional, e a falta de cuidado na escolha de cultivares apropriadas em relação às características das espigas, como o bom empalhamento e a decumbência, associadas ao costume de retardar a colheita, até pela falta de uma estrutura de armazenamento e secagem na região e, sobretudo, à prática da monocultura, têm levado a prejuízos significativos, provocados pelas perdas parciais e até mesmo totais de produção, em função das podridões de espigas, porque essas mesmas condições climáticas também são favoráveis ao desenvolvimento dos fungos responsáveis por essas doenças.

Embora nenhum trabalho tenha sido publicado sobre a caracterização das podridões de espigas nas regiões do Agreste e do Sertão nordestino, existem evidências decorrentes de observações feitas por fitopatologistas da Embrapa de que o gênero Stenocarpela é responsável pela grande parte das podridões, seguido de perto pelos sintomas provocados pelo gênero Fusarium.

No Nordeste, a maior parte das áreas aptas ao cultivo do milho estão situadas abaixo dos 700 m de altitude; a baixa altitude, somada às condições climáticas da região durante o período em que o milho é cultivado, que são de alta umidade relativa do ar, temperaturas diurnas altas e temperaturas noturnas amenas, associadas ao monocultivo, têm levado a um aumento da pressão das doenças foliares, de colmo e sobretudo de espigas, com sérios prejuízos.

Estudos realizados pela Embrapa Tabuleiros Costeiros com a avaliação de cultivares vêm demonstrando a boa adaptação de algumas variedades de soja a essa região, de modo que essa leguminosa parece ser a melhor opção para a rotação com o milho, como já ocorre nas demais regiões produtoras em todo o território nacional.

É provável que essa rotação ainda não esteja ocorrendo em função da falta de armazéns na região, condição muito importante quando o agricultor precisar aguardar por melhores preços, uma vez que depois de seca a soja precisa ser retirada do campo com uma urgência para a qual o agricultor sergipano não está preparado.

Um outro fator que vem melhorando as condições de cultivo do milho é o plantio direto. Além das vantagens sobre a conservação do solo e a diminuição dos custos com a implantação da lavoura, o plantio direto permite ao agricultor entrar com as máquinas de plantio em condições de umidade do solo que o plantio convencional não permite. Com isso, como alguns agricultores já estão verificando, o plantio direto contribui para que a semeadura seja feita dentro do período recomendado, com mais qualidade e rapidez, sobretudo quando, no início do inverno, a frequência das chuvas dificulta o trânsito das máquinas.

Na safra 2011/2011 alguns agricultores já começaram a perceber o potencial de produção dos solos localizados nos Tabuleiros Costeiros. Essa unidade de paisagem, que dá o nome à Unidade de Pesquisa da Embrapa, reúne condições especiais para a produção de grãos: topografia excelente para a mecanização agrícola, pequena distância do litoral e dos principais centros consumidores da região Nordeste, temperaturas mais amenas e, o que é mais importante, excelente regime de precipitação acima de 1.000 mm anuais.

Os Tabuleiros Costeiros são mais usados na produção de culturas perenes e semiperenes, como a citricultura e a cana-de-açúcar, e só não foram incorporados à produção de grãos em função de uma limitação física provocada pelo adensamento de uma camada subsuperficial desses solos. Essa camada adensada, denominada tecnicamente de horizonte B coeso, diminui a profundidade efetiva do solo, reduzindo a infiltração da água e a penetração das raízes. Quanto menor a profundidade efetiva, mais afetada pode ser a produtividade, tanto pelo encharcamento na época mais chuvosa quanto pela deficiência hídrica nos veranicos. No entanto, nos locais onde os solos de Tabuleiros Costeiros são mais profundos, a segurança de fazer agricultura em condições de maior precipitação e melhor distribuição pluviométrica já começa a prevalecer sobre as dificuldades de manejo, que são contornáveis com o uso de tecnologia. Além disso, a ocupação das melhores áreas do Agreste e da transição Agreste/Sertão já tem levado alguns agricultores sergipanos a buscar nos Tabuleiros Costeiros a mais nova fronteira agrícola da região Nordeste.

O Programa de Melhoramento de Milho da Embrapa para a região Nordeste do Brasil está sediado no Campo Experimental Jorge Sobral, em Nossa Senhora das Dores, em solo típico de Tabuleiros Costeiros. Na última safra, uma das parcelas experimentais chegou a produzir a incrível marca de 15.000 kg de grãos por hectare. Um dos focos desse programa está na avaliação e na seleção de materiais com produtividades acima de 200 sacos por hectare.

Finalmente, entre os desafios para cultura do milho em Sergipe pode-se especular sobre o efeito que a Ferrovia Transnordestina vai exercer no mercado de milho, condição fundamental para a manutenção dos atuais preços remuneradores e responsáveis pela expansão da cultura. Essa Ferrovia deverá ser inaugurada em meados dessa década e vai permitir o transporte do milho produzido na região Meio Norte diretamente para o Porto de Suape e seu complexo, em Pernambuco, que é o principal comprador do milho sergipano. É preciso pensar agora em alternativas para essa mudança, pesando em todos os seus aspectos, desde os da produção até os da utilização e da comercialização. Entre as possíveis opções, por sua proximidade com a região produtora, está a utilização do Porto de Sergipe para a exportação do milho produzido nesse estado.

 

1-http://www.sudene.gov.br/conteudo/download/Nova_Delim_Reg_Semi_Arida.pdf

2-http://www.conab.gov.br/OlalaCMS/uploads/arquivos/11_12_13_17_24_22_milhototalseriehist.xls

3-http://www.cnpms.embrapa.br/irriga/ajudairriga.html

4-http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Milho/CultivodoMilho/feraduba.htm

5-http://www.incaper.es.gov.br/congressos/cbmp/apresentacoes/mesas_redondas/MR_MelhoramentoPlantasCondicoesSemiArida/ClesoPacheco_MelhoramentoDeMilho.PDF

 

 

  COMENTÁRIOS  
 
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Edson Patto Pacheco | 11/04/2012 - 08:24
Ótima publicação. Apresenta os desafios que demonstram o quanto é dinâmico um sistema de produção.
Nelso Moro | 30/04/2012 - 11:12
Alguns dados de área plantada e produtividade nos estados do Nordeste.
Clenio Araujo | 07/08/2012 - 15:19
Obrigado pelos comentários, Edson e Nelso

Atenciosamente

Clenio Araujo / jornalista da Embrapa Milho e Sorgo
Luiz Carlos Garcez | 09/02/2013 - 01:35
Olá sou agricutor familiar no municipio de Araraquara ,sp e gostaria de saber se comercializam sementes de milho criolo ,pois eu quero adquirilos para plantio aqui em meu sitio .Agradeço .Luiz Carlos Garcez Estrada das Palmeiras lote 41 Monte Alegre 6 Araraquara sp cep 14812000
Guilherme Ferreira Viana | 13/02/2013 - 15:31
Prezado Sr. Luiz Carlos. Obrigado pelo contato e interesse. O BAG (Banco Ativo de Germoplasma) da Embrapa Milho e Sorgo atende somente a pedidos de instituições de ensino, pesquisa e extensão. Uma alternativa para o senhor seria procurar a Emater do seu Estado ou associações de produtores de milho. As mesmas devem ter em seus cadastros contatos de produtores dessas variedades do cereal. Estamos sempre à disposição para visitas e/ou consultas.
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