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Projeto busca aperfeiçoar sistemas de produção em safrinha

A importância da segunda safra de milho é inquestionável. A cada ano, os números comprovam isso. Mesmo com uma expectativa de queda, de acordo com a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), de mais de 4%, a produção na segunda safra deverá ser maior do que na primeira em quase três milhões de toneladas. Das quase 37,5 milhões de toneladas estimadas, a região Centro-Sul brasileira deve produzir 35,5 milhões, ou seja, mais de 93%.

Destaque para o Centro-Oeste do país, onde a estimativa é de que sejam produzidas 23,5 milhões de toneladas de milho na segunda safra. Mato Grosso continua sendo o estado maior produtor, com mais de 14,1 milhões de toneladas estimadas ou quase 38% de toda a produção brasileira de milho safrinha. Os números são os mais atuais e foram disponibilizados pela Conab em janeiro de 2013.

Tecnicamente, safrinha pode ser entendida, na região Centro-Sul do país, como o plantio em sequeiro (ou seja, sem usar água de irrigação) entre os meses de janeiro e abril após a cultura agrícola de verão, que geralmente é a soja precoce. Tais condições aumentam a eficiência no uso de insumos e de recursos naturais do sistema de produção safra/safrinha, colaborando para a elevação da renda do produtor rural e ajudando, de maneira cada vez mais eficiente, na oferta de grãos para outras cadeias do agronegócio.

Para ajudar o produtor a tomar decisão de plantio de maneira consciente, a Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG) começou recentemente o projeto “Desenvolvimento de tecnologias e ferramentas avançadas para o aperfeiçoamento de sistemas de produção de milho e sorgo em safrinha”. Fatores agronômicos, fitossanitários, edáficos (relativos ao solo), econômicos e meteorológicos e as respectivas interações entre eles serão tema do projeto, liderado pelo pesquisador Miguel Marques Gontijo Neto.

Quatro regiões - No projeto, serão trabalhados os estados do Centro-Oeste do país e Rondônia. Haverá ensaios experimentais em Sinop-MT, Dourados-MS, Rio Verde-GO e Vilhena-RO. Em cada município, parceiros locais ou regionais estarão juntos na condução e na execução dos trabalhos. “Para execução de um projeto em rede abrangendo uma extensa área territorial e onde é exercitado o ‘contínuo’ Pesquisa, Desenvolvimento e Transferência de Tecnologia, a identificação e o comprometimento dos parceiros são fundamentais”, defende Miguel.

Hoje, há alto dinamismo nos sistemas de produção safra/safrinha no que se refere ao uso de tecnologias e insumos novos. O pesquisador da Embrapa acredita que “a validação e a adaptação regionais de tecnologias e recomendações de uso racional de fertilizantes, defensivos e outros insumos podem contribuir para o aperfeiçoamento dos sistemas de produção de milho e sorgo em condições de safrinha”.
E, mesmo com a expansão recente das áreas de produção sobretudo de milho safrinha, a identificação de novas áreas aptas para o plantio de milho ou sorgo safrinha depois da soja pode ser um dos resultados do projeto.

Após a definição das exigências mínimas no que se refere às condições climáticas para a produção técnica e economicamente viável dessas culturas, informações relacionadas a solos e clima de regiões próximas serão trabalhadas, podendo ocorrer a identificação de novas áreas para expansão de milho e sorgo safrinha no país, de acordo com Miguel.

De maneira prática, o que se pretende com o projeto é aumentar a racionalidade no momento da tomada de decisão do produtor rural do Centro-Oeste e de Rondônia quanto a plantar ou não milho ou sorgo granífero após a soja. Com mais informações técnicas nas mãos, o risco de perda da produção é menor. Consequentemente, a chance de sucesso cresce. É a profissionalização, cada vez maior e mais presente no campo brasileiro, setor da economia que tem dado mostras nos últimos anos de que responde bem às exigências de mercado.

Texto: Clenio Araujo (MTb / MG 06279 JP)
Jornalista / Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG)
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