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Circuito tecnológico aponta deficiências na plantabilidade de milho e confirma atraso na safrinha em Mato Grosso

Os pesquisadores da Embrapa Agrossilvipastoril (Sinop-MT) e Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG) que participaram do Circuito Tecnológico – Etapa Milho fizeram um balanço do trabalho desenvolvido ao longo de uma semana de visitas realizadas na primeira quinzena de abril a fazendas de Mato Grosso. Entre os principais problemas vistos no campo estão o atraso na safra, em razão do plantio tardio da soja, e deficiência de plantabilidade nas lavouras.

De acordo com o pesquisador Alexandre Ferreira, da Embrapa, a má distribuição do estande de plantas no campo ocorre por má regulagem de máquina e erro na velocidade de plantio. Uma das consequências pode ser a perda de produtividade.

"É um problema que o produtor não está atento a ele. O produtor está atento ao ataque de pragas, de doenças e de plantas daninhas. Mas muitas vezes ele não observa essa questão de distribuição de plantas na linha de plantio. Essa má regulagem da máquina pode fazer com que ele perca produtividade, pois a cultura não expressa todo potencial produtivo que ela pode expressar", afirma.

Para que os agricultores possam se atentar mais a este problema, os pesquisadores da Embrapa irão propor à Aprosoja que o Circuito Tecnológico de 2016 tenha como tema justamente a plantabilidade do milho.

Esta questão também será alvo de um projeto de pesquisa e validação de tecnologia a ser proposto pelos pesquisadores. Outras questões verificadas ao longo do Circuito que devem resultar em projetos são a definição do nível de dano em plantas Bt para a tomada de decisão sobre o uso de inseticidas, a utilização de inoculantes em milho e a validação do uso de ferramentas de agricultura de precisão para estimativa de produção.

No caso da resistência do milho Bt (geneticamente modificado para apresentar propriedade inseticida), pesquisadores verificaram que muitas das tecnologias perderam a eficácia na repulsão dos insetos-praga, e que os produtores já estão tendo de fazer pulverizações nas lavouras. A perda da eficiência ocorre mesmo com um número maior de agricultores afirmando adotarem áreas de refúgio.

Já em relação aos inoculantes, foi constatado que apenas na região Ooeste do estado a tecnologia vem sendo usada. De acordo com o pesquisador Anderson Ferreira, um dos motivos é a falta de informação sobre os benefícios reais da inoculação com bactérias fixadoras de nitrogênio. Segundo ele, estudos comprovaram aumento de produção de até 6% em áreas onde a tecnologia foi utilizada.

O Circuito Tecnológico – Etapa Milho foi realizado de 6 a 10 de abril e contou com quatro equipes da Embrapa e da Aprosoja visitando 110 propriedades rurais nas quatro principais regiões produtoras de milho de Mato Grosso. Os resultados deste trabalho serão publicados em uma série Documentos da Embrapa.

 

Texto: Gabriel Faria (mtb 15.624/MG JP)
Jornalista / Embrapa Agrossilvipastoril
www.embrapa.br/agrossilvipastoril
Tel.: (66) 3211-4227
E-mail: gabriel.faria@embrapa.br

 

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