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Caravana Embrapa inicia segunda fase em Minas Gerais

A segunda edição da Caravana Embrapa esteve em Minas Gerais, nas cidades de Unaí, de 26 a 27 de outubro, e em Patos de Minas, de 29 a 30 de outubro, para capacitar técnicos, extensionistas, produtores rurais e estudantes. Nesta fase, a Caravana Embrapa percorre nove polos de produção de grãos e fibras do País, para incentivar boas práticas de Manejo Integrado de Pragas (MIP).

O coordenador da Caravana Embrapa em Minas Gerais, Derli Prudente Santana, ressalta que as capacitações foram dimensionadas para um público de 50 pessoas. “O foco principal será aqueles que atuam no campo e têm que tomar decisões sobre o manejo de insetos-praga em culturas de milho, soja, feijão e algodão. Contudo, visando atender as instituições de ensino que atuam na região, estamos propondo também treinamento para estudantes”, explicou Derli.

O pesquisador Ivan Cruz conta que a primeira fase da Caravana Embrapa iniciada em 2013 mostrou, basicamente, a real situação da presença da lagarta Helicoverpa armigera no Brasil, para mitigar os danos causados por esta praga. Já na segunda fase, a Caravana propôs aulas práticas sobre Manejo Integrado de Pragas e temas escolhidos pelos parceiros, extensionistas, produtores, consultores, de acordo com a demanda de cada estado. “Agora o foco é o MIP e o reconhecimento de outras pragas, além da Helicoverpa armigera, e de insetos ou agentes biológicos benéficos no campo, controle das pragas e monitoramento”, informa Ivan.

Em Unaí, a Caravana realizou duas capacitações. Dia 26, na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), houve aulas teóricas para aproximadamente 60 estudantes do último ano de Agronomia, indicados pelas instituições de ensino. 

No dia 27, terça-feira, na Chapada - Comunidade Cristo Rei, técnicos multiplicadores participaram de aulas teóricas e práticas em campo.

A etapa seguinte foi em Patos de Minas, no Centro Universitário de Patos de Minas (Unipam), onde houve aulas teóricas e práticas em campo – dia 29, para técnicos multiplicadores, e dia 30, para estudantes.

Em Minas Gerais, a Caravana Embrapa visitará também os municípios de Passos e Uberaba, de 16 a 20 de novembro deste ano.

Contextualização

De acordo com o coordenador nacional da Caravana Embrapa, Werito Fernandes de Melo, a estratégia agora é capacitar representantes da cadeia produtiva local, incluindo a assistência técnica e a extensão rural, em dois focos: a identificação correta de pragas e de inimigos naturais e a tomada de decisão sobre a melhor ação de controle a ser implementada, dependendo das ameaças encontradas no campo.  

“A tomada de decisão sobre quando e como utilizar os diferentes métodos de controle de pragas de uma maneira integrada tem sido uma preocupação frequente dos agricultores. O objetivo é manter um nível populacional que não cause danos econômicos às lavouras de determinada região”, afirma Werito.

A Caravana Embrapa, nesta edição, dá ênfase à inserção do controle biológico, por meio do uso de inimigos naturais e de patógenos (baculovírus), que pode ser feita de duas formas: práticas que favoreçam o aumento dos insetos benéficos na área ou aquisição destes insetos, oriundos de biofábricas comerciais.

Temas da Caravana Fase II

As capacitações da Caravana Embrapa Fase II são compostas de quatro módulos. No primeiro, é abordado o MIP, com foco no agroecossistema. Em seguida, no segundo módulo, acontece aula em campo com demonstrações práticas de monitoramento de pragas.

No terceiro módulo, os técnicos visitam diferentes estações, uma para conhecer os inimigos naturais e outras com os grupos mais importantes de pragas: pragas de solo, pragas desfolhadoras, pragas de vagem e de espiga.

E, para encerrar, os alunos participam de um debate, quando realizam uma análise prática de situação-problema e um exercício sobre tomada de decisão de MIP.

Primeira Caravana mobilizou seis mil técnicos rurais

A primeira fase da Caravana começou em dezembro de 2013 e percorreu 18 estados e regiões produtoras até março de 2014, mobilizando mais de seis mil técnicos rurais da Emater, de cooperativas e associações de produtores. A abordagem estava diretamente relacionada com a presença da lagarta Helicoverpa armigera e o desequilíbrio por ela provocado nos mais diversos sistemas de produção do país. O principal objetivo foi nivelar o conhecimento dos multiplicadores sobre a Helicoverpa e outras pragas e incentivar a adoção do Manejo Integrado de Pragas (MIP).

 

Texto: Sandra Brito (MG 06230 JP)
Jornalista / Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG)
Tel.: (31) 3027-1223
E-mail: milho-e-sorgo.imprensa@embrapa.br

 

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