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Embrapa apresenta resultados do sistema Integração Lavoura-Pecuária-Floresta em Minas Gerais

“Sistemas integrados de produção agropecuária” é o tema do Seminário e do Dia de Campo que serão realizados no dia 17 de outubro, quarta-feira, na Embrapa Milho e Sorgo, em Sete Lagoas, Minas Gerais.

No evento, serão mostrados os resultados dos sistemas Integração Lavoura-Pecuária (ILP) e Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) para a Região Central de Minas Gerais. Uma área onde o veranico muito acentuado pode comprometer a produção de silagem, durante o período de produção das lavouras.

Outra característica que também preocupa os produtores é a ocorrência de um inverno muito seco, sem chuvas. As pastagens secam e ocorre a falta de forragem. Para atender esta carência, o pecuarista tem de usar a silagem para alimentar o rebanho.

O coordenador do evento, Ramon Costa Alvarenga, pesquisador da Embrapa, ressalta que para mitigar estes dois problemas a ILP e a ILPF se tornam uma boa alternativa. Nestes sistemas, o manejo para a produção das lavouras e da forragem é feito de maneira integrada, com base na construção da fertilidade do solo e na rotação e/ou sucessão lavoura-pastagem.

“Fazemos a correção química, física e biológica do perfil do solo, em profundidade. As raízes crescem e exploram um maior volume de solo, absorvem mais nutrientes e mais água em maior profundidade. Assim as lavouras atravessam o período de veranico em melhores condições, sem sofrer muito com a falta de água, que é muito acentuada na primeira camada de solo”, explica.

Outro benefício apontado pelo pesquisador é a garantia de maior produção das lavouras. “Mais grãos ou maior produção de silagem na propriedade, para uso próprio ou para venda, permite melhorar a renda do produtor. Além disso, as pastagens, com um sistema radicular mais profundo, se mantêm mais produtivas e com maior qualidade até o próximo período de chuvas”.

Além das lavouras e das pastagens, as árvores têm um papel muito importante.  No sistema ILPF, as árvores melhoram o microclima da área e proporcionam um conforto térmico para os animais. E o desbaste das árvores menos desenvolvidas, nestas áreas, produz rendas intermediárias para o produtor. Com o desbaste, a madeira pode ser usada para produção de postes de cerca, para engradamento de telhados, lenha e carvão.

Alvarenga ressalta que as árvores que permanecerão até o final do ciclo precisam ser conduzidas com critério, pois terão alto valor agregado para o mercado. Serão peças, principalmente, para serraria e postes.

O produtor precisa, também, fazer um bom diagnóstico e planejamento da sua fazenda para intensificar o uso da terra. “Assim, produzirá mais e de maneira sustentável, com menor custo, para que não fique no vermelho. O custo de produção das lavouras está ficando muito alto para o produtor, por causa do aumento dos preços de insumos e serviços. Isto leva ao aumento dos custos dos concentrados para alimentação do rebanho. E os preços de venda do leite e da carne não têm acompanhado este aumento”, comenta Alvarenga.

Todos estes assuntos serão debatidos durante o evento. A programação iniciará às 8h da manhã, no campo, onde os participantes terão a oportunidade de visitar quatro estações temáticas, onde serão abordados os temas: “Integração Lavoura Pecuária (ILP) e o desafio de conviver com o déficit hídrico”, “Recria de bovinos na ILP”, “Resultados do confinamento” e “Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e o componente florestal”.

Na parte da tarde, o seminário acontecerá no auditório da Embrapa Milho e Sorgo, a partir das 13h30, com a apresentação das palestras: “Desafios e perspectivas da ILPF”, “Novas cultivares forrageiras da Embrapa” e “Produção de pasto em ILP: produtividade e qualidade para a sustentabilidade pecuária”.

As vagas são limitadas. Confirme sua participação pelo e-mail: milho-e-sorgo.eventos@embrapa.br ou pelo telefone (31) 3027-1323.

 

Texto: Sandra Brito (MTb 06230/MG)
Jornalista / Embrapa Milho e Sorgo
Contato: milho-e-sorgo.imprensa@embrapa.br
Telefone: (31) 3027-1223

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